E sem ninguém para amar
Minto, claro. Sou um mentiroso.
Tanta gente pra amar. Tanta gente que amo.
Ninguém pra transar? Seria isso?
domingo, 27 de setembro de 2015
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
sábado, 12 de setembro de 2015
Mas que preguiça
Que preguiça de pensar
Por favor, não me obrigue.
Não me dê uma letra complexa e profunda
Por favor, somente
Me dê uma melodia simples que me seja confortável
Por favor não me obrigue
A me envolver
A me aprofundar
Eu só gosto da tampa
Eu só gosto da calda
Eu só gosto da rapa
Então não fale comigo por favor
Estou muito cansado
Estou muito cansado pra pensar.
Que preguiça de pensar
Por favor, não me obrigue.
Não me dê uma letra complexa e profunda
Por favor, somente
Me dê uma melodia simples que me seja confortável
Por favor não me obrigue
A me envolver
A me aprofundar
Eu só gosto da tampa
Eu só gosto da calda
Eu só gosto da rapa
Então não fale comigo por favor
Estou muito cansado
Estou muito cansado pra pensar.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
sábado, 5 de setembro de 2015
Morro.
Morro a cada vez que respiro o ar pesado, escuro e tóxico.
Morro toda vez que presto atenção no que é feito pra me tirar o raciocínio.
Morro toda vez que engulo toda esse açúcar que me amarga a boca.
Morro sempre ao ouvir as brigas pelos motivos mais bestas.
Morro aos poucos todos os dias.
Levantando da cama sem ver o sol.
Não vendo ele se por também.
Morro por receber um amor que não é nada a não ser um grito de alguém que se sente só.
Morro de medo de não viver até amanhã.
Morro de omissão.
Morro de inveja.
Morro de raiva, raiva que se aloja no coração e vai ajudando, mais e mais no meu ataque cardíaco.
Morro de tédio, sentindo que vou morrer sem sentir nada novo.
E assim eu morro.
Morro.
Mas acho que nunca morri tanto quanto morri quado aquele homem me apontou o revolver.
Homem de rosto curtido, maltratado pela vida com certeza.
Os olhos revirados, provavelmente louco por outra coisa que o estava matando também.
Provavelmente morria por razão diferentes da minha.
Talvez morríamos da mesma coisa.
Mas quando a bala atravessou minha barriga levando meu pedaço preferido do figado.
Morri.
Morro a cada vez que respiro o ar pesado, escuro e tóxico.
Morro toda vez que presto atenção no que é feito pra me tirar o raciocínio.
Morro toda vez que engulo toda esse açúcar que me amarga a boca.
Morro sempre ao ouvir as brigas pelos motivos mais bestas.
Morro aos poucos todos os dias.
Levantando da cama sem ver o sol.
Não vendo ele se por também.
Morro por receber um amor que não é nada a não ser um grito de alguém que se sente só.
Morro de medo de não viver até amanhã.
Morro de omissão.
Morro de inveja.
Morro de raiva, raiva que se aloja no coração e vai ajudando, mais e mais no meu ataque cardíaco.
Morro de tédio, sentindo que vou morrer sem sentir nada novo.
E assim eu morro.
Morro.
Mas acho que nunca morri tanto quanto morri quado aquele homem me apontou o revolver.
Homem de rosto curtido, maltratado pela vida com certeza.
Os olhos revirados, provavelmente louco por outra coisa que o estava matando também.
Provavelmente morria por razão diferentes da minha.
Talvez morríamos da mesma coisa.
Mas quando a bala atravessou minha barriga levando meu pedaço preferido do figado.
Morri.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Pois mesmo a que a beleza de fragmentos perdidos
seja bela como os reflexos em poças d'água
Mais bela ainda é a chuva
que cria as tais poças
E mais belas são as histórias por trás dos fragmentos perdidos
das frases sem contexto
das pessoas que passam pela vida e apenas deixam uma palavra
Mais bela é o grande entendimento
do que a pequena citação.
seja bela como os reflexos em poças d'água
Mais bela ainda é a chuva
que cria as tais poças
E mais belas são as histórias por trás dos fragmentos perdidos
das frases sem contexto
das pessoas que passam pela vida e apenas deixam uma palavra
Mais bela é o grande entendimento
do que a pequena citação.
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