Mudei a minha mente.
Não serei mais extrovertido.
Me encontro com muito sono para ser extrovertido.
Mudo minha mente.
Não vou tentar mais entender as pessoas, elas são complicadas de mais.
Mudarei minha mente, vou parar de acreditar na beleza que o entendimento traz.
Eu seria hipócrita por acreditar no ócio e ficar acordado até tarde da noite trabalhando?
Eu seria hipócrita por defender a simplicidade e sempre me pegar complicando?
Calo a minha mente, ela sempre traz problemas de mais.
Acordo o coração, acredito nos problemas que ele traz.
Mas só por enquanto, por enquanto.
Hoje não ouvirei música.
Hoje não tomarei sol.
Hoje encontrarei o que estou procurando.
Os assuntos que foram deixados pra traz.
sábado, 25 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
O mundo de mais.
O mundo é além da conta.
Se você sente coisas de mais é um idiota, se sente coisas de menos é um insensível.
São muitas coisas pra passar, muitas coisas pra pensar.
Comida, dinheiro, meio ambiente, emoções suas, dos outros.
Tentar não ser um idiota.
E se você levar tudo isso muito a sério é um idiota.
Se não levar também.
Equilibro, claro, onde?
Acho que equilíbrio é ter coisas ruins e coisas boas. Todo mundo fala de equilibro como para não ser bom além da conta.
Não levar a vida tão a sério (mas leve sim).
Acho que se deve conhecer tudo. De todas as formas que for possível.
Como exagero e a falta funcionam. O estudo da biologia e da cosmologia.
Da teologia e da filosofia.
Das novelas e dos filmes, não nos esqueçamos.
E no final, eu espero.
Que tudo mostre um caminho reto e simples, como uma nova perspectiva do que se vai viver.
Espero que assim o seja entendido o que deve ser.
Já que no final não somos mais do que qualquer outro.
No final somos exatamente o que é qualquer um.
Maquinas de sobreviver, constantemente repondo a massa que perdemos,
constantemente procurando melhorar pela vantagem
Mesmo que não seja isso, mesmo que não seja no ponto mais puro,
continua sendo.
Continuam todos maquinas de sobreviver, todos como todos.
Sim claro, as pessoas colocaram bastante romantismo nisso, muitas coisas bonitas, muitas boas observações.
Mas lá no fundo somos o mesmo que aqueles ancestrais de não muito tempo atrás que estavam quase raciocinando. Somos todos pré raciocínio.
O mundo é além da conta.
Se você sente coisas de mais é um idiota, se sente coisas de menos é um insensível.
São muitas coisas pra passar, muitas coisas pra pensar.
Comida, dinheiro, meio ambiente, emoções suas, dos outros.
Tentar não ser um idiota.
E se você levar tudo isso muito a sério é um idiota.
Se não levar também.
Equilibro, claro, onde?
Acho que equilíbrio é ter coisas ruins e coisas boas. Todo mundo fala de equilibro como para não ser bom além da conta.
Não levar a vida tão a sério (mas leve sim).
Acho que se deve conhecer tudo. De todas as formas que for possível.
Como exagero e a falta funcionam. O estudo da biologia e da cosmologia.
Da teologia e da filosofia.
Das novelas e dos filmes, não nos esqueçamos.
E no final, eu espero.
Que tudo mostre um caminho reto e simples, como uma nova perspectiva do que se vai viver.
Espero que assim o seja entendido o que deve ser.
Já que no final não somos mais do que qualquer outro.
No final somos exatamente o que é qualquer um.
Maquinas de sobreviver, constantemente repondo a massa que perdemos,
constantemente procurando melhorar pela vantagem
Mesmo que não seja isso, mesmo que não seja no ponto mais puro,
continua sendo.
Continuam todos maquinas de sobreviver, todos como todos.
Sim claro, as pessoas colocaram bastante romantismo nisso, muitas coisas bonitas, muitas boas observações.
Mas lá no fundo somos o mesmo que aqueles ancestrais de não muito tempo atrás que estavam quase raciocinando. Somos todos pré raciocínio.
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