sábado, 12 de janeiro de 2013

Música.
Eterna, simples.
Uma ferramenta.
A melhor música é aquela que você acaba de conhecer do jeito mais sublime, mais misterioso.
Não sabe de onde veio, como veio, porque veio. Não sabe o que quer dizer. E, inocentemente, gosta dela.
Ou talvez a música circunstancial, que, não por ela mesma, mas pelos seus olhos é bonita. Pelo que você passou junto com ela. E isso se se aplica as outras coisas.
Ou a música de transporte, ela, que te mostra novas coisas, o catalizador para aprimorar-se. Uma porta para novas outras musicas.
Ou uma, cheia de bagagem, que te mostra o que já passou, ou aquilo, onde você esteve.
Ou não, talvez a música seja simplesmente, uma sequencia de ondas. Algo que  estimula meus nervos receptores, e desencadeia neurotransmissores.
Uma ferramenta, usada para fazer sinapses que não existiriam de outo jeito.
Uma adaptação que foi usada de outro modo porque não era mais necessária.
Ou talvez seja algo maior, nunca vou saber.

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